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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

mandy


irma gostosa


Melissa - de bauru sp para o mundo


Casada safada


pacotão com as cavalas

No telefone com a vizinha

Passei por tarado e corri para não ser preso. Tudo começou quando me mudei para 1201

Realizei o sonho da casa própria, comprando um apartamento na inauguração de um residencial. Eram dois edifícios de doze andares com quatro apartamentos por andar, é claro que pelo preço mesmo com as promoções e financiamentos não foram todos vendidos rapidamente.

Ainda não havia marcado a data do meu casamento, porque primeiro eu iria pagar o apartamento e depois mobilhar e só então me casaria.

Certo dia pela manhã quando fui à varanda, vi a vizinha do décimo primeiro andar do bloco dois tomando sol na sua varanda, deitada em uma espreguiçadeira inteiramente nua, fiquei olhando para aquele belo corpo petrificado imaginando mil maneiras de possui ? lá. Quando ela me viu retirou-se, passado alguns dias, lá estava ela toda brilhosa, untada pelo seu bronzeador, nua em pelo tomando seu banho de sol. Fiquei espiando e pude perceber que não se tratava mais de nenhuma garotinha, era uma mulher madura por volta dos seus quarenta e poucos anos, provavelmente uma rata de academia porque possuía um belo corpo pelo que eu podia ver cintura fina, bunda arrebitada, coxas grossa, peitos volumosos de médios para grandes e uma linda xaninha bem aparada.

Acompanhei sua rotina matinal e descobri que ela tomava sol regularmente das oito às onze da manhã. Ela se cobriu e se retirou algumas vezes, mais depois parou de se importar com a minha presença e ate me cumprimentava acenando com um cordial bom dia, cheguei a pensar que a sua intenção era me inibir para que eu parasse de olha ? lá, mais em determinada ocasião ela gritou do seu apartamento para que eu fica-se mais a vontade, porque não era justo só ela se exibir, ela também queria ver. Já estava sem a camisa, mais relutei um pouco para tirar a bermuda porque eu ficava muito excitado quando a via nua e não queria mostrar que já estava de pau duro. Ela fez um sinal de positivo satisfeita com o que ela via, meus (18 x 5) de rola e com uma chapeleta bem rombuda, mais aos gritos estava difícil a nossa comunicação. Fiz sinal de telefonar para ela que me repassou o numero do seu celular levantando os dedos numero por numero. Nossa conversa foi bem apimentada depois das apresentações e não demorou muito para que nos começássemos a nos masturbar olhando um para o outro em quanto falávamos ao telefone. Ela ficou deitada com suas pernas abertas fazendo movimentos circulares no seu grelinho, às vezes parava, desfolhava a sua xaninha, introduzia dois dedos e retirava todo o suco, depois chupava os dedinhos em quanto sua outra mão apertava o bico do seu peito.

Foi um mês só espiando e ela fugindo, uns quinze dias com ela se exibindo sem se importar com a minha presença e já estávamos a quase uma semana fazendo sexo pelo telefone e nos masturbando um para o outro. Tentei inúmeras vezes ir ao seu apartamento mais ela sempre desconversava dizendo que não conseguiria trair seu marido e que nunca iria para as vias de fato com outro homem, mais se tocava com muito prazer dizendo que não estava mais agüentando ficar só no dedinho e que eu tinha que estar derramando meu leite dentro da sua xaninha e não na vidraça da minha varanda. Eu já estava tão tomado de desejo por aquela mulher, que fui ao seu apartamento sem ser convidado e nem percebi que tocava insistentemente a campainha sem que ela abri-se a porta, pelo telefone ela me dizia para deixa ? lá bem excitada, que ai talvez ela criaria coragem para me deixar entrar. Falei tanta sacanagem para ela, que eu podia ouvir seus gemidos através da porta. Ela pediu para que eu me afasta-se um pouco da porta porque queria me ver pelo olho mágico, dizia também que já estava molhadinha e que iria destravar a porta se eu mostra-se para ela o quanto eu estava excitado. Fiquei inteiramente pelado no corredor do seu edifício e ouvi o trinco se abrir, comecei a me masturbar lentamente e ela tirou uma volta na fechadura, eu já estava alucinado e disse-lhe que iria gozar em sua porta e ela tirou mais uma volta da fechadura, já estava esperando a porta dela se abrir quando uma porta atrás de mim se abriu primeiro e a dona que de lá saiu começou a me chamar de tarado, pervertido, safado e sem vergonha. O elevador estava no térreo e ia demorar para chegar, juntei minhas roupas e desci as escadas voando parei dois ou três andares a baixo para me vestir e acionei o alarme de incêndio para que a mulher não chega-se a portaria primeiro alardeando o homem nu que estava se masturbando em frente a sua porta. Terminei de descer a escada encoberto pela multidão e quando passei pela portaria já podia ouvir bem longe a sirene do bombeiro que vinha atender um alarme falso.

Minha vizinha gostosa sumiu não atende mais meus telefonemas e me deixou com um puta tesão por aquele rabo que ate hoje me faz tocar uma só de lembrar daquela gostosa.

O desejo pelo meu cunhado

Aqui vou me chamar de Ana, e só usarei nomes fictícios ok. A minha irmã possuía um namorado a bastante tempo, como eu era a mais nova sempre invejei ela, pois meus relacionamentos nunca duravam muito, não que eu também quisesse pois sempre fui "aventureira". Até então meu cunhado nunca tinha me despertado algum interesse maior, apesar de eu verdadeiramente achá-lo muito gato, ele era mais velho e como me conheceu praticamente menina, eu achava que não despertava interesse nele também, mas passado o tempo as mudanças no meu corpo se tornaram bem notáveis e em poucos anos eu deixei de ser a menina franzina que era e já possuía praticamente as medidas que tenho hoje em dia: 1,64 altura, 62kg, 87 de busto e 92 de quadril, cabelos e olhos castanho escuros o que modéstia a parte chamava bastante atenção a ponto de minha irmã se incomodar de ter que sair sozinha comigo apesar de termos praticamente as mesmas medidas. Nós não eramos rivais nem brigávamos muito, mas simplesmente eramos distantes e não fazíamos praticamente nada juntas, então também não havia muita proximidade com meu cunhado, mas como ela possuía um namorado "fixo" podia levá-lo para casa e aproveitava quando minha mãe saía para transar com ele as escondidas, claro que eu ficava sabendo, mas ela não se importava, sequer me pedia pra guardar segredo, mesmo assim eu o fazia pensando em um dia poder barganhar com isso. Minha mãe sabia que ela não era mais virgem, mas simplesmente não apreciava a idéia de que isso fosse bastante explicitado a ponto de parecer uma mãe liberal demais ou sem algum controle sobre nós, e também era uma forma de preservar nossa imagem e a dela eu entendo agora (talvez não naquela época).

Como geralmente eu é quem estava em casa quando minha mãe saía pra trabalhar, aquilo era incomodamente frequente pra mim, que não conseguia transar com tanta facilidade assim claro, então às vezes até os espiava por alguma fresta de porta ou janela, me masturbando. Assim comecei a me visualizar no lugar dela e a conhecer o corpo de meu cunhado mesmo sem ele saber, dava pra perceber que seu pau era bem grande e grosso em comparação com o de alguns garotos com quem eu havia transado, ele era sete anos mais velho que eu e minha irmã quatro. As vezes eu imaginava que minha irmã gemia de propósito para que eu escutasse e ficasse com inveja, mas talvez não já que eles ligavam o som no quarto.

Quando eles saiam ele me olhava desconfiado e encabulado talvez por saber que eu sabia o que estavam fazendo, e como eu as vezes cinicamente acobertava isso mentindo para minha mãe sobre o que tinha se passado durante a tarde ou inventando que ele havia chegado a pouco tempo, minha irmã claro nunca me agradecia por isso, mas ele ao contrário ficou ainda mais gentil comigo e acabamos nos aproximando mais. Mas ao olhar para mim, o que ele mal poderia imaginar, era o quanto eu me masturbava vendo seu corpo nu e seu pênis completamente ereto, comendo minha irmã de uma maneira que parecia ser deliciosa, ele parecia ser muito bom de cama, talvez por isso minha irmã tenha ficado com ele por tanto tempo, apesar de ela ser uma garota bem "enjoada e metida" o que me fazia perguntar o que um homem poderia querer com ela, acho que no caso deles era o sexo mesmo que os unia, e modéstia a parte também, esse "fogo" era de família, minha irmã transava várias vezes na semana.

Eu não tinha nada planejado, mas comecei a ficar um pouco mais "saliente" para o lado dele, o que era bem difícil sem ter que chamar a atenção de minha mãe e irmã que me conheciam tão bem, procurava usar roupas mais insinuantes quando sabia que ele vinha, o que em casa passava quase despercebida já que esse já era um habito meu.

E nos raríssimos momentos que ficávamos a sós, tentava dar uma provocada com gestos ou palavras, certa vez quando terminaram e minha irmã foi na cozinha beber água, passei por ele na porta do quarto e perguntei:

- ainda está duro?

Tomado pelo susto ele gaguejou perguntando o que eu havia dito, respondi:

- É que está dando para perceber daqui, se não está, então deve ser bem grande, você não vai sair daqui assim vai?

Realmente não deveria estar totalmente duro, pois após aquelas palavras percebi nitidamente aquele volume despertar enquanto ele colocava a mão tentando ajeitá-lo de alguma forma menos perceptiva nessa nova ereção, que agora eu tinha certeza havia sido provocada pelas minhas palavras.

Depois daquilo nossos olhares já estavam bastante cumplices, entendi que ele não comentara nada com minha irmã, mas tinha gostado do fato de eu estar reparando nele, de fato eu percebi novas ereções em alguns momentos onde eu me encontrava presente que acredito mesmo terem sido por minha causa, ou pelo menos era nisso que eu queria acreditar.

Minha libido estava nas alturas com aquela sensação de proibido e gostoso que era seduzir meu cunhado, acho que a falta de maturidade naquela época me levou a ignorar um pouco o fato de ser minha própria irmã, e eu só pensava como um cara tão legal daqueles estava com ela e não comigo, é claro eu não o amava, não queria compromisso sério ou namorar, mas queria que ele fosse solteiro e um de meus "ficantes", e graças àquele estado de "excitação" em que me encontrava, alguns amigos do colégio e ficantes ganharam "demostrações gratuitas" de minhas fantasias com meu cunhado, como punhetas ou boquetes das maneiras mais arriscadas que eu encontrasse, tentando reproduzir a adrenalina da sensação de proibido que eu sentia por ele.

Até as poucas transas que tive nesse período não me satisfaziam pois eu sempre imaginava a "pegada" dele que eu assistia às escondidas e não foram à altura.

Depois de algum tempo ele finalmente pareceu corresponder às minhas aspirações, e começou a vir para os "encontros" com minha irmã, um pouco antes dela chegar em casa do curso que fazia, inventando uma desculpa de mudança de horário no emprego ou coisa parecida. A verdade é que agora geralmente tínhamos uns 20 ou 30 minutos a sós antes dela chegar, o que ele certamente tinha planejado de propósito pois sua cara de alegria era tão grande quanto a minha quando eu ia recebe-lo:

- Senta aí, espera um pouco que ela já vai chegar. Vocês são fogo heim? não cansam não é?

- O que é bom não cansa, não concorda? Vai dizer que você também não gosta de fazer isso?

- Claro que gosto, mas pra mim é mais difícil né, não tenho namorado.

- Dificil? Dúvido, nenhum homem em sã consciência não desejaria ter você na cama.

- Sim, mas não é tão simples assim né, você acha que eu vou sair e dar pro primeiro que quiser?

- Desculpe não foi o que eu quis dizer.

- Eu sei que não seu bobo... mas, e o que você quis dizer com "nenhum homem não desejaria me ter na cama"? Você também é homem sabia? Tá dizendo que você também me desejaria na cama é?

- Bem... desculpe, mas não dá pra negar que sim.

- Nossa que atrevido! Você é meu cunhado, não deveria pensar assim de mim não acha?

- Com todo respeito Aninha, antes de ser ser cunhado eu sou homem, estou falando apenas como homem, sem nenhuma intenção de ofender você ou sua irmã.

- Obrigada, eu sei, só queria te deixar sem graça, na verdade gostei muito de saber que você poderia se sentir assim por mim, sabe, queria ter te conhecido solteiro.

- Por que? Você não me acha velho? Teria me dado uma chance?

- Claro que sim, acho você um gato sabia?

- Obrigado, sabe, nesse exato momento você me fez desejar estar solteiro mesmo.

- É, se fosse, hoje seria eu lá no quarto e não ela.

- Imagino.

- Imagina? O que você imagina?

- Imagino que seria muito bom.

- Bom?

E nesse momento me aproximei do rosto dele pois estávamos sentados no mesmo sofá e disse baixinho no seu ouvido: "melhor!"

E naquele momento fixamos nossos olhares, e eu notei que ia "rolar" pelo clima, mas no mesmo instante minha irmã chega no portão e eu me levanto para abrir a porta, fazendo questão de passar meu bumbum no shortinho colado com que estava, bem de frente ao seu rosto deixando-o com cara de quem suou frio de aflição e desejo, mal sabendo ele como eu estava por dentro incendiando de tesão.

Minha irmã não se surpreende como pensei por nos ver a sós, pois ele já tinha avisado que chegaria antes, e certamente mesmo me conhecendo jamais passaria pela sua cabeça o que nem mesmo passava na minha a alguns meses atras, mas que agora tinha se tornado um desejo além de minhas forças, eu precisava daquele homem dentro de minhas pernas!

Eles seguiram para o quarto, e eu para algum lugar onde pudesse espiar me masturbando, pois já estava com a buceta molhadinha de tesão, assim que trancaram a porta minha mão foi direto para dentro do short e da calcinha enquanto procurava um portilho da janela aberto. Ele partiu para cima dela com uma furia animalesca, tentando tirar sua roupa, ela disse que queria tomar um banho mas ele disse que não poderia esperar e que tinha que possui-la naquele exato momento, trocaram um beijo totalmente lascivo, ela pedia para ligar o som, e ele disse que hoje não precisava, que eu já sabia o que faziam mesmo e que só o que ele queria naquele momento era come-la e escutar seus gemidos por inteiro, minha irmã parecia mesmo surpresa e contente com aquela pegada, não houve preliminares, ele nem mesmo tirou a roupa dela no inicio, virando-a de costas, abaixando um pouco sua calça junto com a calcinha e colocando apenas o pau duro feito pedra para fora da bermuda, deitou-a na cama e assim comeu com estocadas violentas sua buceta, minha irmã gemeu alto de prazer, enquanto ele urrava como um animal selvagem, eu estava me masturbando feito uma louca, com as duas mãos, me penetrando e massageando freneticamente o clítoris, em pouquíssimos minutos já havia tido um orgasmo sensacional que me levou a sentar no chão, de fraqueza, certamente minha irmã já tinha tido o dela também, pois gemia alto feito uma gata no cio, enquanto o barulho da pelvis e do saco dele batendo na bunda dela era totalmente nítido para mim do outro lado, imaginei:

- Droga, essa safada vai chamar a atenção da vizinhança desse jeito, o pior é que cada vez que ela geme meu tesão também vai às alturas, desgraçada essa transa era minha, esse tesão que ele tá demostrando agora tenho certeza que era pra mim, que raiva, ele tá comendo ela muito gostoso, e isso tudo era pra mim, aquele pau era pra tá enfiando aqui agora...

E voltei a espiar e me masturbar, gozando várias vezes junto com eles, depois eles tiraram as roupas completamente e ela colocando as pernas por cima de seus ombros, foi fodida de uma maneira maravilhosa também, depois sentou em cima dele cavalgando aquele pau gostoso, duro e grosso, enquanto eu me masturbava e pensava: safada, eu ia cavalgar nesse pau duro muito melhor e mais gostoso que você, eu ia deixar esse homem louco!

Ele a colocou de pé, apoiada na parede e a comeu de frente e de costas, apoiou-a na cama e a comeu de quatro, seus corpos pareciam duas joias à meia luz, de tanto que brilhavam de suor, que respingava nitidamente na ponta de seu queixo, eu já me encontrava no terceiro orgasmo em pouco menos de 20 minutos, e para finalizar minha tortura daquela transa que deveria ter sido minha, ela pediu pra ele comer a bundinha dela até gozar, safada corajosa! Eu só tinha feito aquilo uma vez morrendo de medo e com um pau menor do que aquele, e ela pede cheia de tesão. O ritmo diminui e a penetração é lenta até entrar todo, e o gemido dela progressivamente mais alto até que ela diz: entrou tudo! E eu atinjo o quarto orgasmo quase em sequencia ao anterior, e sem forças resolvo parar e subo a calcinha e short novamente, mas continuo espiando até ele gozar em penetrações lentas na bunda da minha irmã, que continuou gemendo baixo mesmo após ele retirar o membro. Antes que eles saiam do quarto eu resolvo ir tomar banho, quase sem acreditar na transa que tinha presenciado, a mais perfeita e prazerosa que já tinha visto ou tido, e eu tinha certeza que era em mim que ele queria ter descarregado tudo aquilo, no banho demorado sinto minha buceta ardendo ainda da masturbação, como não estaria a da minha irmã, completamente fodida àquela hora? Era pra ser eu. E a partir daquele dia eu realmente planejei transar com meu cunhado, o que espero contar em outro conto. Bjos votem!

Minha xana lambuzada de sangue e gozo

Arrepiei-me, dos pés à cabeça, assim que ele me abraçou por trás. Envolveu-me, nos seus braços fortes, e apertou-me pela cintura fina. O frio na espinha subiu-me pelas costas e me fez gemer. Arrepiou-me a pele, os pelinhos descoloridos dos braços, disparou-me o coração, esquentou-me o corpo, a face de pele macia e rosada. Umedeceu-me na vagina de lábios grandes. Seu membro, sob a calça, crescia e cutucava-me no bumbum macio. Enquanto beijava-me a nuca, suas mãos firmes, sobre minha blusinha cor de rosa, acarinhavam-me os seios grandes. Que delícia... Gemíamos abraçadinhos! Os lábios molhados sobre meu pescoço e a respiração quente na minha orelha deixaram-me looouca! Cadú cheirava-me os cabelos compridos e deslizava suas mãos dos seios à minha virilha. Acarinhava-me a vagina sobre a legging jeans. Eu estava de olhos fechados... Aconchegava-me no seu peito! Virei meu corpo. Abraçamo-nos e nos beijamos. Língua com língua!

Desculpe-me, nem me apresentei. Meu nome é Valdirene, 29 anos, 1,62m, 68,0Kg, pele branca, seios volumosos, bumbum médio, coxas grossas, olhos esverdeados, cabelos castanhos escuros e ondulados. Cadú é meu namorado há dois anos. O que estou lhe relatando aconteceu no primeiro mês de namoro, em meu apartamento, numa noite de inverno. Eu estava menstruada!

Nossos lábios esfregavam-se... As salivas misturavam-se naquele beijo ardente! Meus bicos dos seios, sob a blusinha, o espetavam. Suas mãos apertavam-me nas costas. As minhas? Acarinhavam-lhe a face e nuca de cabelos castanhos passados à máquina. Ele estava barbeado e cheiroso. Perfume cítrico aromático! O volume formado no meio das suas pernas cutucava-me na barriga. Suas mãos acariciavam-me no bumbum. Minha vagina pulsava! Cadú tentou tirar minha calça... Abriu o botão e desceu o zíper. Afastei-me... Fechei minha legging! Ele estranhou minha reação. Fiquei meio sem jeito... Sorri e balancei negativamente a cabeça, murmurando-lhe:

- Hoje não...

Cadú ficou me olhando... Fez carinha de ué! (que dó!) Veio ao meu encontro. Abracei-o. Aconcheguei-o nos meus braços femininos. Precisava acalmá-lo! (risos) Beijamo-nos. Ele tentava novamente arrancar minha roupa... Eu resistia! Contorcia-me sorrindo! (tive uma idéia) Enquanto abraçados, o conduzi para o sofá. Cadú sentou-se. Agachei-me, de frente para ele, sobre sua calça social. Agarrei-o. Beijamo-nos enquanto suas mãos buscavam meus seios. Tirei-os pelo decote da blusinha. Apalpei-os. Acarinhei-me e os ofereci. Abocanhou-me. Um... Depois, o outro! Tinha fome. Que delícia... Sugava-me, carinhosamente, nos mamilos duros! Eu o acarinhava na nuca. Esfregava-me sobre sua calça. Sentia seu pênis ereto. Gemíamos sem parar.

Levantei-me. Ajoelhei-me sobre o tapete colorido da sala. Ele me beijava enquanto eu abria-lhe o cinto, o botão da calça e descia o zíper. Meus seios roçavam-lhe a virilha. As contrações, dentro de minhas entranhas, não paravam. Minha vagina pulsava. Chegava doer... Eu me contorcia! Cheirei-o. Delicioso aroma exalava! Fiquei looouca para saboreá-lo. Abocanhei-o sobre lingerie. Ficou molhada e borrada de batom rosa! Cadú tocava-me os cabelos e rosto. Olhava-me. Sorria. Abaixei sua calça e cueca boxer. Tirei-as, depois dos sapatos pretos. O pênis apontou para o alto! Segurei-o. Agitei-o. Joguei meus cabelos para o lado e passei minha língua da base à cabeça. Cadú gemia. Enfiei-o na boca... Duro e Quente! Sentia-o crescer ainda mais. Meu quadril tremia. Molhei minha calcinha de algodão! (gozei - bão demais)

Masturbei-o, ao sabor leve de xixi, dentro da minha boca quente. A cabeça encostava-me à garganta. Quase engasguei... Meus olhos encheram-se de água! (risos) Tirei-o da boca. Estava banhado de salivas. Punhetei-o. Toquei-me na xana, sobre a legging, com os dedos da outra mão. Delícia! Gemíamos sem parar. Segurei-o, apontado para o alto, e lambi suas bolas. O saco. Abri suas pernas e passei minha língua sapeca no seu cuzinho. Ele levou um susto... Contraiu seu buraquinho! (risos) Cheirinho de cu sem lavar... Fiquei doooida! (adoro)

Segurei-me nos seios e derrubei salivas entre eles. Esfreguei um no outro. Lambuzei-os. Inclinei meu corpo e abracei seu pau entre meus melões. Apertei-o... Bem gostoso! Cadú gemia. Eu também. (não acreditava no que eu estava fazendo!) Movimentei os seios para cima e para baixo. Diversas vezes. Cheirinho de pinto misturado a salivas subia-me pelas narinas. Fiquei looouca! Sensação de ter uma bunda abaixo do meu rosto. Eu lambia e chupava a cabeça do pau enquanto masturbava-o no meio dos meus seios volumosos. (adoro chupar) Saboreava seu meladinho passando a ponta da língua na fenda da cabeça do seu pintão. Percebendo que ele estava quase gozando, libertei-o dos meus peitos. Enquanto eu chupava-me nos biquinhos lambuzados, olhava seu pau pulsar. Cadú estava com o pescoço inclinado para trás e apoiado sobre o encosto do sofá. Olhos fechados e mãos sobre a cabeça.

Eu queria tomar leitinho! Punhetei-o rapidamente. O corpo do pênis, levemente curvado para a esquerda, estava lambuzado e marcado por veias. Grosso... Rosado... Lindo! Chupei-o. Saboroso... O sabor de esperma já era presente! Cadú gemia. Eu sentia meu rosto quente e lambuzado pela mistura das minhas salivas com a excitação dele. Meus seios espalhavam-se sobre suas coxas peludas. Pinicavam-me! Abocanhava-o nas bolas e saco. Cheirava-os! Ele acarinhava-me no rosto e cabelos compridos. Eu me tocava na xana sobre a legging. Estava uma delícia... Eu não aguentava mais. Sentia minha vagina abrindo e fechando. Meu quadril tremeu frente contrações nas minhas entranhas. Molhei minha calcinha de algodão novamente! (gozei ? bão demais)

Cadú gemia alto. Chupei-o ainda mais. Minha boca subia e descia pelo corpo liso do seu pau. Quente e duro... Pulsava sobre minha língua molhada. Suguei a cabeça... Logo, jorrou sêmen! Jatos, fortes e quentes, escorriam pela minha garganta. Engoli seus espermas... Até a última gotinha! Minha garganta ficou ardida. (risos)

Olhei para ele. Saciado estava. Repousava quase deitado no sofá. Seu pau dava sinais de cansaço. Levantei-me. Tentei beijá-lo de língua... Recebi selinhos na boca! (risos) Meus joelhos doíam. Fui para o banheiro. Minha xana, lambuzada de sangue e gozo, pulsava. Embrulhei, em papel higiênico, o absorvente encharcado. Joguei-o no ?lixo?. (no vaso sanitário NÃO) Lavei minha calcinha de algodão e pendurei-a no registro do chuveiro! (que beleza ? chisques) Masturbei-me durante o banho, pela terceira vez.

Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

Cavalona caiu

Ai amor na boca não

Montagens com photoshop

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

IRMÃ DOENTE

OLA, EU ME CHAMO NB, POIS O QUE VOU NARRAR AQUI ACONTECEU TEM QUASE 2 MESES.EU MORO SOZINHO, TENHO 41 ANOS, BRANCO, 1.80 E 81KG, ME CONSIDERO UM HOMEM NORMAL, POREM NAO BEBO E NAO FUMO, SOU PROFESSOR DE ED.FISICA E AI QUE TUDO COMEÇOU.TENHO UMA IRMA QUE A CHAMAREI DE ANA, ELA E UMA MULHER CHARMOSA, ELEGANTE E MUITO ATRAENTE, CERTO DIA ELA ME LIGA PEDINDO QUE EU FOSSE FICAR COM ELA POIS ESTAVA COM MUITA DORES NAS COSTAS DEVIDO A UMA SERIE DE EXERCICIOS ERRADOS QUE FIZERA NA ACADEMIA, ASSIM FUI EU,AO CHEGAR LA ME DEPAREI COM ELA DEITADA NO SOFA DE COSTAS PRA MIM, NOSSA NAQUELA HORA EU VIAJEI NO CORPO DELA, POIS ESTAVA USANDO UAM BERMUDA CURTA DE LYCRA, UMA CAMISETA E SUPER CHEIROSA. AO CHEGAR LOGO FUI BEIJANDO ELA E DANDO UM TAPA NA BUNDINHA DELA QUE E UMA DELICIA, SEMPRE FIZ ISSO COM ELA E ELA ACHO QUE GOSTAVA DESDE DE CRIANÇA.BEM ELA ME PEDE QUE DE NELA UMA MASSAGEM E MANDOU EU NAO TER PENA DELA POIS ESTAVA TODA QUEBRADA E JA QUE EU IRIA DORMIR LA QUE ELA IRIA ABUSAR DAS MINAHS MAOS. EU JA ESTAVA FICANDO SUPER EXCITADO SO EM PENSAR MINAHS MAOS DESLISANDO POR TODO O SEU CORPO.ELA FOI PRO BANHO E VOLTA AINDA MAS GOSTOSA USANDO APENAS UMA CALCINHA PEQUENA ESTILO SHORTINHO E DE CAMISETA E COM UM OLEO NAS MAOS E ME PEDINDO PARA PASSAR OLEO NELA, NOSSA ELA DEITOU NO SOFA E ME OLHOU E DISSE, QUERO SUAS MAOS DE ANJO ME MASSAGEANDO, ASSIM FIZ COMECEI BEM DEVAGAR PELA NUCA , DEPOIS FUI DECENDO ATE OS PES, MAS QUANDO CHEGAVA NA SUA BUNDINHA ELA EMPINAVA UM POUCO, EU ESTAVA FICANDO JA LOUCO COM AQUELA VISAO DE SUA BUNDINHA PEQUENA , POREM TODA MALHADA E EU ALISANDO CADA VEZ MAS AS SUAS COSTAS E DEIXANDO AMS TEMPO AS MINHAS MAOS EM SUA BUNDA, E DERREPENTE PERCEBO QUE ELA ESTA DE OLHOS FECHADOS E MORDENDO OS LABIOS COM AS MINHA MASSAGEM, APROVEITEI E FUI DESLISANDO OS MEUS DEDOS PELA SUA VIRILHA E ELA CADA VEZ AMS MOLE E EU IA MAS FUNDO, ATE QUE CHEGOU UMA HORA QUE EU JA ESTAVA COM O MEU PAU SUPER DURO E ME LEVANTEI E FIQUEI DE FRENTE PRA ELA SO PRA ELA OLHAR BEM O MEU PAU NA CARA DELA, ELA OLHOU E ME DISSE. NOSSA IRMAO QUE ISSO , ESTA TAO VOLUMOSOS ASSIM, SOU EU QUE TE DEIXEI ASSIM. SIM VOCE E UMA DELICIA D EMULHER, CHEIROSA, SEX E MUITO GOSTOSA VOCE TEM UMA LINDA BUNDA E SEMPRE TIVE O MAIOR TESAO NA SUA BUNDINHA. ELA RESPONDEU NOSSA, ENTAO PORQUE NAO TERMINA A SUA MASSAGEM E ASSIM FIZ, SO QUE DESA VEZ EU TIREI O MEU SHORT E SO FICANDO DE SUNGA E ELA RESPIRAVA CADA VEZ MAS FUNDO COM A MINAH MASSAGEM E EU IA ENFIANDO OS MEUS DEDOS POR DENTRO DA CALCINAH DELA E ELA GEMENDO E GEMENDO E CADA VEZ MAS FORTE, ATE QUE ELA ME PEDE,NB ENFIE BEM FUNDO O SEUD EDO NA MINAH BUCETA E VEJA COMO ELA ESTA BEM MOLHADINHA, VAI IRMAO, ENFIA QUERO GOZAR NO SEU DEDO E FUI ENFIANDO E ELA GEMENDO , QUANDO PERCEBI JA ESTAVA COM O PAU PRA FORA E ELA ME CHUPANDO E ENGOLINDO TODO O MEU CARALHO ATE O FUNDO, COMO ERA UMA PUTA A MINAH IRMA E COMO ELA ME CHUPAVA QUASE AO PONTOD EEU ENCHER A BOQUINAH DELA DE PORRA, E EU FALEI FIQUE DE 4 PARA MIM VADIA, ASSIM ELA FEZ E EU A CHUPEI TANTO QUE ELA GOZAVA COMO UMA CADELA NO CIO E EU AO MESMO TEMPO ENFIAVA O MEU DEDO NO CU DELA E ELA GRITAVA VAI IRMAO SAFADO , ME FAÇA GOZAR FILAH DA PUTA, QUERO SENTIR O SEU PAU NA MINHA XOTA E NO MEU CU, ASSIM FOI A MINAH VISITA A CASA DA MINAH IRMA, UMA TARDE MARAVILHOSA E COM UMA NOITETERMINOU MAS MARAVILHOSA AINDA ,QUE CONTO EM OUTRO CONTO. SE ALGUMA MULHER QUISER TROCAR ASSUNTOS DO TIPO, ME MANDE UM EMAIL. NB_SWIM@HOTMAIL.COM

Dando o troco no maridão(Uma história Incestuosa)

Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 26anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos “presenteia”. Vamos ao conto: Sempre que tem uma ocasião especial para se comemorar, como aniversário de um ente querido, festa de final de ano, um feriado prolongado, eu e meu marido o Carlos, temos o costume de reunir a família numa chácara que possuímos na Região Metropolitana de Curitiba, lugar ideal para um final de semana junto à natureza e longe do agito da Cidade grande. A casa principal da chácara fica no lugar mais alto do terreno. A casa do caseiro fica um pouco ao lado. A uns 50m da casa principal, mais abaixo, ficam três tanques de peixes e uma piscina de água natural, uma delícia no verão. Logo acima dos tanques uns 80 a 100m da casa, temos um pomar com bastantes variedades de frutas, que por ser uma exigência nossa, o caseiro mantém sempre limpo. Logo depois do pomar, o terreno é composto por matas nativas. Dentre as árvores frutíferas a que mais se destaca é uma mangueira alta e frondosa com galhos chegando quase ao chão, um ótimo lugar para uma metidinha bem gostosa longe do agito do pessoal. Já dei minha bucetinha várias vezes pro meu maridinho de baixo daquela mangueira. O lugar é ideal para uma rapidinha, pois quando escurece, da casa não da para ver muita coisa no pomar, mas de lá, da para ver todo o movimento da casa. Neste final de semana resolvemos reunir o pessoal na chácara para comemorarmos o aniversario da matriarca da família a dona Sônia avó do Carlos. Dona Sônia é um amor de pessoa e querida por todos. À noite o pessoal estava à vontade, pois rolava muita carne e bebidas. Notei que meu marido não se separava da Adriana, mulher do meu primo, o Paulo. Adriana além de ser uma mulher muito linda tanto de corpo quanto de rosto, ela é extremamente simpática, alegre, e extrovertida. Adriana é morena clara, 1,75m, cabelos encaracolados um pouco abaixo dos ombros, olhos cor de mel, lábios carnudos, peitos bundas e peso na medida certa, nem a mais nem a menos, o tipo de mulher gostosona como os homens costumam dizer. Adriana é o tipo de mulher que se quiser, tem qualquer homem aos seus pés, é só estalar os dedos que eles vêm como cachorrinhos ao seu encontro abanando o rabinho. Eu não a culpo, pois ela é realmente encantadora. Meu sexto sentido me alertou para ficar antenada, pois poderia rolar alguma coisa entre Adriana e Carlos naquela noite, e como costumo confiar nos meus instintos, resolvi observá-los à distância. Lá pelas oito da noite notei que Carlos disfarçadamente caminhava rumo ao pomar, e, minutos depois Adriana desceu também. Eu tinha quase certeza do que iria rolar entre eles, e sabia com exatidão até o local onde Carlos a levaria. Dei um tempo pra eles e resolvi verificar de perto se minhas suspeitas tinham fundamentos. Não poderia ir pelo mesmo caminho que fizeram, pois se Carlos tivesse levado a Adri para debaixo da mangueira, de lá dava pra ver todo o movimento e com certeza eles fugiriam do flagrante. Por trás da casa principal tem uma trilha na mata nativa que leva até o pomar, então decidi que tinha que ser por ali que conseguiria chegar até eles sem ser notada, só que estava muito escuro e uma lanterna me denunciaria. Mesmo morrendo de medo, andei uns cem metros quase na escuridão para chegar onde pensei que estivessem, pois mesmo com iluminação nos tanques de peixes e no pomar, tinha trechos na mata que a luz quase não chegava. Chegando ao local, tive que fazer o mínimo de barulho possível, pois um ruído mais alto poderia atrapalhar meus planos. O pomar era iluminado por dois postes bem altos com lâmpadas potentes, e a mangueira ficava quase no final da plantação. Fui me esgueirando por entres as plantas frutíferas, e percebi que minhas suspeitas tinham fundamentos, pois logo ouvi gemidos que vinham da direção do pé de manga, e por ser uma árvore bem fechada com galhos quase até ao chão, não foi difícil chegar bem próximo deles sem notarem minha presença. Já estava até angustiada para assistir de camarote uma sessão de sexo explícito promovido por Adriana e meu marido no nosso motelzinho particular. Procurei um ângulo melhor de visão e a poucos metros, vi Adriana apoiada na mangueira de costa pro meu marido com a saia levantada e a bundinha empinada gemendo baixinho enquanto Carlos metia desesperadamente o pau na buceta dela. O tesão dos dois era tanto que Carlos nem se deu ao luxo de tirar a bermuda, apenas abriu o zíper tirou seu pau pra fora e mandou ver na bucetinha da Adri. A minúscula calcinha preta que a putinha usava estava agora quase caindo do bolso da bermuda do meu marido. Carlos castigava sem dó a bucetinha da Adriana alternando estocadas fortes e devagar, eu vou à loucura quando Carlos faz assim comigo e a vadia da Adri também estava adorando, pois a cadela gemia, jogava seus cabelos pros lados, jogava sua bundinha pra trás, dava pra ver a cara de satisfação do meu marido vendo aquele mulherão com uma bunda maravilhosa rebolando no seu pau como uma cobra mal matada. Adriana dizia: - Aiiiii Carlos, que delícia, me fode gostoso, uiiiiiiiiii, eu vou gozar!!!! Der repente o corpo da minha prima começou a tremer e com certeza a vadia gozou bem gostoso no pau do meu marido. Carlos parou de fuder a Adriana, ajoelhou-se a sua frente, abriu bem suas pernas e caiu de boca sugando todo o gozo daquela bucetinha. Adriana segurava a cabeça do Carlos e esfregava como louca a buceta na cara do meu marido dizendo: - Carlos, goza em mim pra gente voltar pra casa, pois podem notar nossa ausência. Carlos novamente se posicionou atrás da Adriana, cuspiu no cuzinho dela, enfiou dois dedos para lacear aquele buraquinho, então retirou seus dedos do cuzinho da Adriana, enterrou o pau na sua bucetinha deixando bem melado, retirou novamente e direcionou pro cuzinho da Adriana, pensei que a vadia fosse reclamar mais a puta arrebitou mais a bundinha para receber o pau do meu marido que não encontrou dificuldade nenhuma para a penetração, a vadia já estava acostumada a dar o cuzinho pros machos dela. Carlos foi metendo devagar naquele cuzinho, e aos poucos foi aumentando o ritmo das estocadas enquanto Adriana jogava sua bundinha pra trás para receber até o talo o pau delicioso do meu marido. Cheguei a ficar com inveja da danada pela tranqüilidade e naturalidade que ela recebia o pau do meu marido em seu cuzinho. Lembro que no início quando percebi que Carlos era tarado pela minha bundinha e pedia apaixonadamente para liberar meu anelzinho, confesso muitas vezes cheguei a disfarçar meu choro entre gemidos para que não notasse meu sofrimento quando ele cheio de tesão me botava de quatro e fodia meu cuzinho de forma mais violenta, até hoje, mesmo acostumada com o tamanho do seu pau, ainda sinto certo desconforto mais mesmo assim libero meu rabinho sempre que ele procura, pois acho que o prazer é bem maior que o desconforto e amo sentir um cacete entrando no meu cuzinho, mesmo que seja ocasionalmente. Mesmo eu e meu marido sendo liberais, confesso que fiquei com uma dor no peito vendo Adriana e Carlos naquela safadeza toda. Uma ponta de ciúme bateu forte no momento, mas mesmo assim meu tesão estava a mil, minha calcinha estava toda molhadinha na parte que cobre minha bucetinha, e eu que não sou de ferro, lentamente me masturbava com dois dedos enfiados na buceta enquanto o polegar massageava meu grelinho que estava inchado de tanto tesão. Carlos metia forte no cuzinho da Adriana, podia escutar de longe a batida dos dois corpos se encontrando tamanha a força que Carlos a possuía. Adriana dizia com voz melosa: - Goza na minha bundinha, goza meu gostoso, fode meu cuzinho fode!!! Carlos cravou as unhas na cintura da Adriana e socou fundo arregaçando-a e despejando uma quantidade imensa de porra no intestino dela que disse: - Como você é gostoso Carlos, pena que a Ângela não participa das nossas transas, já imaginou nós quatro juntos? Eu e você, e Paulo com a Ângela? Carlos respondeu: - Conhecendo bem a Ângela acho que ela não toparia por serem da família. - Se não fosse, até poderia rolar algo entre a gente. Não sei por que Carlos fez esse comentário a Adriana, pois já dei minha bucetinha varias vezes pro meu cunhadinho, e ele sabe disso. Carlos devagar retirou seu pau do cuzinho da Adriana, e muita porra escorreu por entres as coxas torneadas e lindas daquela putinha insaciável. Carlos se abaixou e sugou todo o gozo que teimava em escorrer pelas pernas da Adriana. Após ter dado um trato na bucetinha e no cuzinho da Adriana deixando sem nenhum vestígio que os denunciassem, Adriana para retribuir, a joelhou-se e sem nenhum pudor abocanhou o pau do meu marido sugando e limpando por completamente. Os dois depois de se limparem, saíram sorrateiramente para voltar a casa. Quando chegaram à piscina, Carlos deu um tempo e Adriana seguiu sozinha. Logo depois meu marido subiu também. Ainda estava com a mão acariciando minha bucetinha quando uma voz masculina por trás de mim perguntou: - E daí, gostou do que viu? Meu coração quase veio parar na boca tamanho o susto que levei. Dei um grito e se não fosse amparada pelos braços forte do meu primo o marido da Adriana, teria ido ao chão, pois minhas pernas tremiam sem parar. - Calma Ângela, me desculpa, não pensei que se assustaria assim, calma! Desculpe-me novamente, pensei que tinha me visto! A voz calma e melodiosa do Paulo de certa forma foi me acalmando e aos pouco fui voltando ao normal. Ainda envolvida pelo abraço carinhoso do meu primo, fui relaxando e rimos muito logo depois. - Desde quando você estava aqui? Perguntei. - Adriana me disse que vinha aqui com o Carlos, então cheguei antes deles. - Vi quando você chegou, e como não saberia como reagiria fiquei quieto, pois se desse alguma coisa errada sairia sem você perceber minha presença. - Então você sabia que a Adriana ia transar com o Carlos aqui? - Sim, não temos segredos entre nós! Sabia sim. Não sei o porquê da surpresa, pois sei que você e o Carlos também têm um relacionamento aberto, e além do mais, adoro ver a Adriana transando com outro homem, só que tem que ser com meu consentimento é claro. - Foi o Carlos que te contou sobre nosso relacionamento? Fiquei em dúvida, pois poderia ter sido meu cunhadinho. - Foi sim! Há tempos venho falando com Carlos para incluir você também nas nossas transas, pois eu e a Adriana iríamos adorar! - Gozado, o Carlos nunca comentou nada comigo a respeito. Eu e o Carlos não tínhamos segredos um com o outro, vai ver que não me contou por ciúme do Paulo ter sido meu primeiro namoradinho na infância. No tempo que namorei o Paulo ainda éramos crianças, ele ainda era um pirralho. Nosso namoro na época o que tinha de mais picante era mão nos peitinhos, na bucetinha por cima da calcinha, e eu apertava seu pauzinho também por cima das calças enquanto rolava beijinho na boca. Lembro do dia que estávamos a sós na casa dele, pois minha tia tinha saído com minha mãe, estava num maior amasso com ele então liberei meus peitinhos pra ele chupar. Inexperiente ainda Paulo me deixou com várias manchas nos peitos tamanhas a vontade que me chupava, fiquei mais ou menos uma semana sem entrar no banheiro com minha mãe até sumir por completamente suas marcas deixadas em mim. Lembro que quando minha mãe e minha tia chegaram, Paulo correu pro seu quarto para trocar sua bermuda, pois tinha ficado uma mancha enorme nela. Paulo tinha acabado de gozar na minha mão. Também foi a primeira vez que senti o gosto de porra. Sempre tive a curiosidade de saber qual era o gosto, e não perdi a oportunidade de levar a mão na boca pra saber qual era o sabor. Essa foi à aventura mais picante entre eu e o Paulo. Tempo depois, meus tios se mudaram pra outro estado e perdemos contato, viemos a nos encontrarmos novamente quando éramos todos casados, mais ou menos, uns 15 anos depois. Agora nós ali naquele local escuro, abraçados, com o tesão a flor da pele após termos presenciado nossos companheiros transando, não precisaria muita imaginação para saber as cenas dos próximos capítulos daquela novela que tinha iniciado há muito tempo, ainda na nossa infância. Logo Paulo procurou meus lábios e nossas línguas duelavam em nossas bocas enquanto suas mãos passeavam por meu corpo tentando achar os caminhos perdidos que tinham percorrido tempo atrás. Minhas mãos sorrateiramente foram de encontro aquele membro que tinha me presenteado com a primeira ejaculação, na primeira punheta que toquei para um homem na minha vida. Paulo levantou minha camiseta, abocanhou meus seios e chupava como um bebê faminto querendo saciar sua fome. Paulo alternava leves mordidinhas nos bicos dos meus seios me levando ao delírio. A cada toque e a cada carícia, meu corpo correspondia com total plenitude reagindo em forma de espasmos, principalmente quando seus dedos penetraram minha bucetinha já toda meladinha pelo tesão e pelo desejo de senti-lo todinho dentro de mim. Bastaram alguns toques na minha bucetinha para que gozasse abundantemente molhando sua mão grande e forte. Paulo sentindo meu orgasmo, se abaixou e rapidamente tirou minha calcinha levando ao nariz para sentir o cheiro de uma fêmea no cio que acabara de gozar ao toque de seus dedos. Eu ainda de pé apoiada na mangueira, abri minhas pernas para que sua boca e sua língua pudessem explorar o máximo minhas entranhas. Sua Língua brincava com meu grelinho e às vezes sentia ela bem fundo na minha bucetinha. Paulo sugava alucinadamente minha buceta. Eu gemia gostoso, e com sofreguidão segurava sua cabeça esfregando com força minha bucetinha naquela boca deliciosa que estava me matando de tanto prazer. Não demorou e meu corpo estremeceu descontroladamente lançando uma enorme quantidade do meu gozo na boca do Paulo que foi engolindo gota por gota como se fosse o líquido mais precioso do mundo. Minhas pernas bambearam e Paulo ajoelhado segurou firme minhas pernas ainda com o rosto colado na minha bucetinha dando beijinhos nela e fazendo carinho na minha bundinha como forma de agradecimento. Paulo se levantou me abraçou forte e disse: - Quanto tempo perdido, meu Deus, como você continua gostosa Ângela! - Você nem imagina a quantidade de punhetas que bati pensando em você na minha adolescência, principalmente depois que você me fez gozar na sua mão enquanto eu chupava seus peitinhos, lembra? - Claro que me lembro, pois foi muito difícil pra mim nossa separação, na verdade nunca consegui te esquecer, disse. - Sabe que naquele dia eu descobri o sabor da sua porra? Paulo riu e disse: - Sua safadinha mentirosa, naquele dia você nem chupou meu pau! - Nem precisou, quando vi minha mão cheia com aquele líquido gosmento, minha curiosidade foi tanta que mesmo com um pouco de nojo, lambi um pouco, portanto, a primeira porra que saboreei na vida foi a sua! Rimos e tornamos a nos abraçarmos. Após ter me recuperado, me ajoelhei na frente do Paulo e disse: - Agora é minha vez de te retribuir. Abaixei a bermuda do Paulo e vi um volume enorme sob sua cueca. Acariciei aquele pedaço de carne por cima do tecido, e quando o libertei confesso que fiquei impressionado com o tamanho daquela ferramenta. Em tamanho não era muito maior que a do Carlos, mas a grossura daquilo era algo fora do normal, bem maior e mais grossa de quando eu a peguei pela primeira vez. Na verdade era bem proporcional ao seu tamanho, pois Paulo se tornou um belo exemplar de macho. 1,95m, 105 kg, moreno, pernas torneadas, uma bundinha linda de morrer, braços fortes, abdômen definido, uma caixa torácica de fazer inveja a qualquer homem, enfim, um homem lindo por dentro e por fora. Segurei com gosto aquela piroca e levei a boca pela primeira vez. Fui sugando a cabeça e punhetando com a mão o restante. Aquilo foi crescendo de forma assustadora que quase não cabia na minha boca, tive que abrir o máximo que pude para agasalhar aquela cabeçona em forma de cogumelo, onde saía um líquido salgadinho delicioso. Paulo tentava meter na minha boquinha, mais era difícil pra mim, por isso, segurava com as duas mãos o que sobrara pra fora controlando suas investidas. Eu tirava seu pau da boca e mordia em volta e sempre me deliciando com aquele líquido salgadinho que saía de forma abundante do cabeção daquela rola. Segurei com as duas mãos e me abaixei lambendo toda extensão daquela tora até chegar aos seus testículos enormes onde engolia um por vez e chupava gostoso. Paulo gemia e dizia o quanto estava bom minha boca ali. Sentindo que tinha descoberto seu ponto fraco, não me fiz de rogada e dei um trato caprichado naquela região. Enquanto minha língua brincava com seu saco escrotal, segurava com as mãos seu pau acima da minha cabeça. Olhei pra cima e vi a cara de prazer do Paulo que curtia cada chupada que dava em seus testículos. Com os olhos fechados ele pedia para eu continuar, pois nunca uma mulher tinha dedicado tanto tempo naquela região, dizia que eu tinha uma boquinha mágica e que estava adorando ser chupado por mim. Depois de um tempo, voltei a dar atenção à cabeça daquela rola sugando e brincando com a língua tentando penetrá-la naquele pequeno orifício de onde saía aquele néctar tão delicioso. Paulo ia ao delírio. Não agüentando mais, Paulo me puxou pelos cabelos, deu um beijo super molhado na minha boca e encostou-me na mangueira. Com uma das mãos levantou uma de minhas pernas, salivou sua outra mão e meteu três dedos na minha bucetinha que devido ao meu estado de excitação e lubrificação, entrou com folga acendendo ainda mais meu fogo que agora esperava ansiosa para ser penetrada por aquele pau gigantesco. Paulo tirou seus dedos de dentro de mim, salivou novamente sua mão molhou bem sua rola e pude sentir aquela tora encostando-se na entrada da minha bucetinha que ardentemente aguardava para ser dilacerada por aquele invasor. Quando senti a cabeçona tentando entrar na minha bucetinha, fui de encontro ao seu corpo para facilitar o máximo à penetração. Não teve como evitar um gemido de prazer misturado com um pouco de desconforto quando aquela cabeçorra adentrou minha bucetinha. Paulo foi enfiando devagar aquela tora em mim, dava um tempo e forçava um pouco mais. Aquele pau ia entrando preenchendo cada espaço da minha vagina, até que senti a cabeça daquele monstro forçando meu útero, senti também seus testículos colados na minha bundinha e confesso que me deu certo orgulho por ter suportado tudo aquilo dentro de mim. Naquele momento percebi que mesmo sendo um ser muito mais frágil, tinha o controle total e absoluto sobre aquele homenzarrão que não mediria esforços para tentar realizar qualquer pedido que fizese só para me satisfazer. Este é um dos super poderes que só nós as mulheres temos, e muitas não sabe usá-los adequadamente. Aos poucos, Paulo foi iniciando um vai e vem cadenciado, e minha vagina foi se acostumando com aquele intruso. Logo aquele desconforto que me causou no início da penetração, deu lugar a uma sensação maravilhosa, totalmente indescritível. Minha bucetinha agora bem mais lubrificada recebia com certa facilidade aquela pica maravilhosa que me fazia gemer quando Paulo socava fundo e forte em mim. Não tenho, não tive, e nunca terei preconceitos quanto a tamanho de pênis, pois nós mulheres sabemos que o tamanho não importa, e sim a cumplicidade do casal e a eficiência que o parceiro nos possui. Confesso que já tive orgasmos maravilhosos com namorados que não tinha um pau tão grande e nem tão grosso, mas a senssação de sentir um monstro invadindo minha bucetinha, é diferente de tudo que já vivi. Claro que nem todas as mulheres sentirão prazer com um pau enorme invadindo suas entranhas, mas aconselho a pelo menos uma vez na vida experimentar. Paulo virou-me de costa pra ele. Enquanto me apoiava na mangueira com as mãos, empinava meu rabinho o máximo para receber cada centímetro daquela anaconda dentro de mim. Paulo metia sem dó aquela tora em minha bucetinha que já não era tão pequena assim. Eu com uma mão tentava me apoiar na mangueira, com a outra mão tapava minha boca para evitar que meus gritos nos denunciassem tamanho o tesão que estava sentindo naquele momento. Eu dizia: - Gooooza Paulo!!! Você está me matando... Não agüento mais... Vou gozar... Uuuuiiii!!!! O chão fugiu dos meus pés, minhas pernas bambearam e meu corpo foi invadido por uma onda de calor e frio ao mesmo tempo. Paulo percebendo que estava gozando, com suas mãos fortes e másculas, empalmou meus seios me segurou firme e me estocou forte e profundamente me apertando contra seu corpo. Quando senti seu primeiro jato de porra inundando minha bucetinha, foi como se tivesse ligado um interruptor dentro de mim, a eletricidade passava por meu corpo em forma de espasmos. Paulo me apertava contra seu corpo beijando meu pescoço e minha nuca, enquanto me recuperava daqueles orgasmos múltiplos, alucinantes. Paulo continuou de pé agora encostado na mangueira, eu de costa pra ele curtia sua boca que mordia meu pescocinho e suas mãos apertando de forma carinhosamente meus seios enquanto seu pênis ainda duro descansava dentro da minha bucetinha. Após um longo silêncio curtindo aquele momento, Paulo disse: - Foi bom demais gata, como você é deliciosa. - Estou adorando você dentro de mim, você também é delicioso!!! Disse. Paulo se mexeu e seu pau agora mole saiu da minha bucetinha deixando um vazio enorme dentro de mim, também senti uma quantidade enorme de porra escorrer por minhas pernas. Peguei no pau do Paulo e disse a ele: - Como ele cresceu né? Não me lembro dele deste tamanho e desta grossura. Nós éramos crianças na época Lembra? O tempo transformou nossos corpos. Você também passou por uma transformação incrível, está muito mais bonita muito mais tudo. A mão do Paulo agora passeava por minha bundinha, senti quando ele enfiou um dedo na minha bucetinha molhando bem e direcionou pro meu cuzinho e foi penetrando devagar. Olhei pra trás e disse: - Vai tirando seu cavalinho da chuva que meu cuzinho não agüenta esta tora de jeito nenhum. Paulo sorriu e disse: - Nada é impossível! Adriana também falou que nunca iria agüentar e hoje ela tira de letra. - Por falar na Adriana, ela fala muito bem de você, que tal se juntar a nós para uma transa a três eu adoraria ver você e Adriana se esfregando, garanto que o Carlos também irá adorar. - Já pensou nós quatros no mesmo quarto? Trocas de casais, ménage feminino, masculino, dupla penetração, não iria ser muito prazeroso? - Vou pensar seriamente sobre isso, quando me acostumar com a idéia quem sabe talvez não possa rolar, mas agora vamos nos limparmos para retornarmos pra casa, já é tarde e podem sentir nossa falta. Após termos nos limpado, caminhamos para os tanques que ficam a poucos metros da casa. Pedi que Paulo fosse primeiro e fiquei meditando em tudo o que aconteceu ainda há pouco. Nunca tive interesse sexual em mulher, pois sou apaixonada pelo sexo oposto. Resumindo, eu gosto mesmo é de homem. Gosto de sentir um pau gostoso na minha bucetinha, gosto do gosto da porra na minha boca, de vez em quando um pau entrando bem gostoso na minha bundinha. Aquela idéia ficou martelando na minha cabeça, se fosse para me iniciar num bi feminino, Adriana seria a pessoa mais indicada para isso. Adriana além de ser linda, é uma pessoa super higiênica e de total confiança. Acho que não teria dificuldade nenhuma em me relacionar com ela na cama, talvez no início seja difícil pra mim me acostumar ao fato de chupar sua bucetinha, sentir sua língua entrando na minha bucetinha na minha boca e outras coisas que não estou ainda preparada, mas só o fato de ter o consentimento do meu marido e do gostoso do meu primo, tenho certeza absoluta que serei totalmente recompensada no ménage masculino quando teria dois garanhões me possuindo de tudo quanto é jeito. Gostaria das opiniões das mulheres experientes no bi feminino e também dos homens que sente prazer em ver suas parceiras transando com outras mulheres sem culpa e preconceitos. Vou esperar amadurecer esta idéia, e assim que estiver preparada e rolar alguma coisa, contarei pra vocês. Ficarei muito feliz em receber comentários e dicas dos leitores, aguardarei ansiosamente por cada um deles. Seja a favor, ou seja, contra. Beijos a todos e até mais. Meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

Uma mãe bater punheta para o filho foi a 1 vez que eu vi.

Quando estava com 13 anos, ainda frequentando escola fui para casa de um amigo para no estudarmos. Chegando lá ele me apresentou sua mãe , uma mulher loira de olhos azuis com um corpo maravilhoso, lembro que chequei ate comentar com ele como a mãe dele era linda . Fui com ele ate o quarto para nos estudarmos matematica , ficamos quase 3 horas estudando já tava de saco cheio ate com dor de cabeça, decedimos ir para sala ver tv. Na sala a mãe dele troxe suco de laranja e tostex com bastante queijo bem do jeito que eu gosto, colocamos um filme de terror e ficamos vendo , tinha umas cenas eroticas no filme , percebi ele mechendo no pinto o meu tambem tava com tesão vendo as cenas eroticas, ate que o doido tirou o pau pra fora e começou a bater punheta , eu falei para ele parar se a mãe dele entra-se na sala o que ia dizer , ele nem ai com o que eu falava continuava batendo punheta . Foi ai que tomei maior susto , a mãe dele entrou com tudo na sala e dizendo que fime nos estavamos vendo , eu logo fui falando que era filme de terror , ela disse para o filho dela : ( Breno porque ta batendo punheta vendo filme de terror) , cara eu fiquei na maior vergonha quando ela falou isso o pior foi quando ela falou Jonny seu pinto ta duro tambem ne, cara eu gelei na hora fiquei sem reação . Mais para minha surpresa ela falou vou colocar um filme melhor para vocês verem , bobinho eu pensei que era outro filme de terror , ela voltou com um filme erotico dos bons , sentou do lado da gente pra bem dizer bem no meio de nos dois , ligou o filme e o Breno já tava denovo batendo uma eu falei para ele que isso cara sua mãe ta aqui na sala. Foi ai que ele me disse que nada Jonny , minha mãe gosta de ver isso , quando ele falou isso a mãe dele pegou no pau dele e começou a bater uma para ele, eu não sabia o que estava sentindo dentro de mim foi uma mistura de vergonha com tesão . Ate que chegou o momente dela me falar e ai Jonny você não vai mostrar seu pinto para mim , cara eu perdi a vergonha tirei o pinto pra fora ele já pulou durão , ela deu um gritinho nossa que grande seu pinto Jonny , eu era novo ainda mais já tinha 18,5cm de pinto só não estava grosso ainda era fininho mais grande. A mãe dele sem se fazer de boba pegou no meu pinto também eu estranlhei um pouco o filho dela do lado que era meu amigo de escola , a mãe dele pegando gostoso no meu pau tambem , eu vendo o pinto dele durão e a mãe dele batendo uma gostosa punhetinha pra mim gozei gostoso na mão dela, ela falou pra mim mais já gozou Jonny eu queria fazer algo mais . Eu falei para ela calma que ele não ta mole ainda , quando a gente e mais novo o tesão volta rapido já tava pronto para mais uma gozada gostosa , foi quando ela se ajoelhou no meio de nos dois e começou a chupar a gente , nossa cara que boca gostosa ela tinha , quentinha me chupando ate as bolas , foi quando ví o Breno gozando , o pinto com a cabecinha tão vermelha que me deu vontade de fazer o mesmo. Ele gozou e foi para o banheiro se lavar , quando a mãe dele continuou em mim a chupar gostoso ate que ela tirou a boca e falou eu quero isso no meu cuzinho, nussa que delicia , ela levantou a saia abaixou a calcinha e já tava toda molhadinha , me coloquei atraz dela e fui me ageitando para enfiar o pau , o Breno voltou para sala trazendo coca cola , quando viu a cena eu atraz da mãe dele , ficou com tesão denovo e foi se achegando querendo nova chupetinha , eu atraz da mãe dele e ele com o pinto dentro da boca dele , eu tava com muito tesão e meio doido falei que queria chupa ele , ele sem fazer cerimonia falou para mim me chupa gostoso , nossa pessoal que pinto quentinho e gostoso , chupei ate as bolas , foi quando ele se colocou atraz de mim , e eu comendo o cuzinho da mãe dele , ele foi enfiando o pinto dele em mim , não enfiou muito eu senti ele gozando gostoso em mim . Logo em sequida tirei o pinto do cuzinho da mãe dele e falei que queria provar o dele tambem , ele me falou que nunca tinha dado o cu , eu falei para ele que era gostoso , a mãe dele muito doida falou experimenta Breno só assim você vai saber se gosta , ele deitou no sofá é falou para mim vem Jonny quero ver como que é isso . Sem demora me coloquei atras lambi gostoso o cuzinho virgem dele , foi se abrindo para sentir mais fundo , quando senti que estava no ponto enfiei o pinto bem devagarinho para ele sentir cada sentimetro invadindo o cuzinho dele , nossa como era gostoso aquele cuzinho , apertadinho e quentinho que não demorou muito e gozei bastante no cuzinho dele . Bom depois que acabamos veio ele e a mãe dele falando para não contar para ninquem lá da escola o que aconteceu la na casa dele . Bom mais como já faz tempo isso não resisti em contar isso para vocês porque para mim foi demais da conta ...............

Mãe se masturba com filho (parte 3)

Nesta terceira parte gostaria de agradecer aos comentários e às sugestões (infelizmente não tenho como aproveita-las pois o que escrevo não é uma questão de “criatividade”). Por outro lado, sinto falta da presença das mulheres... Continuando...nossa conversa tinha sido mto boa, passou a existir uma cumplicidade no ar, uns olhares mais atrevidos, uma jeito mais à vontade de se comportar, apesar de, até agora não ter acontecido nada mais assumido entre ele e eu. Na vizinhança estava tudo bem e o Antônio fazia uma reforma em nossa casa, fazendo um terceiro andar, aberto, com uma varanda muito gostosa, o que a deixava mais alta que as demais e mais tranqüilo para eu poder tomar sol sem os outros ficarem me olhando. Com o término da obra ficou tudo ótimo, fomos voltando para nossas rotinas. Antônio e eu íamos trabalhar no armazém, que estava vendendo bem e a contabilidade me tomava muito tempo. O Fabinho estudando cada vez mais pois não tinha passado para a segunda fase do vestibular. Em casa eu gostava de ficar a vontade e o Antônio também gostava de me ver assim....short e camiseta sem soutiem, só vestido solto curto ou até de bikini. Fabinho sempre me olhava e agora sem medo de olhar minhas pernas, buceta e seios. Minha buceta é bem feita, mas não é lisinha, gosto dela com pelos, com aquele triângulo escuro. Então, eu compro biquínis brancos e tiro o forro de dentro pra deixar a transparência mostrando o volume dos pelos e a cor. Quando então, fica tudo muito visível. Adoro quando fico assim, sendo observada. Mas eu gostava de ficar assim em casa ou na praia, quando ficávamos em algum lugar mais reservado. Foi uma terça feira, isso me lembro bem, daquelas meio chuvosas e estávamos no armazém, mas eu não estava me sentindo bem, então, por volta das quatro tomei um táxi e fui para casa. Cheguei na minha rua, paguei e desci correndo para a varandinha pois a chuva tinha aumentado. Peguei a tetrachave e tentei enfiar no burado mas não estava entrando. Fui quando me lembrei do conselho que eu mesma tinha dado ao Fabinho, para deixar a chave virada pois não conseguiríamos abrir e ele poderia ficar a vontade tocando punheta. Então, pela primeira vez tentei abrir a porta e a chave nao virou. Meio que de surpresa imaginei que ele estivesse masturbando. Será que enfim tomou coragem? - pensei. Meu coração estava aos pulos e meu corpo já respondia ao suspense e ao desejo da situação. Bati campainha e esperei. Vi o olho mágico ficando escuro, sabia que ele tinha vindo conferir quem tinha chegado, se eu ou o pai. Como era eu, senti a porta ir se abrindo. Fui entrando com o coração aos pulos pois sabia que desde nossa conversa, essa seria a primeira que dividiríamos a intimidade das masturbações. Entrei mas no mesmo momento, ainda um pouco sem graça por ser a primeira vez, ele foi saindo e indo para o computador, o que o deixava de costas para mim. Estava sem camisa e so de cuecas, como ele tinha dito que gostava de se masturbar. Sem perceber, fiquei parada olhando para ele, na verdade, tentando ver o penis, se estava duro ou mole. Fui despertada com o comentário dele: _Vc disse que podia, então estou fazendo. Quer que eu pare? Notei que ele tinha se virado um pouco e continuava com o penis um pouco duro. _Bobo, pode continuar.... E sai para o quarto para trocar de roupa. Minha cabeça girava sem prestar atenção em nada. Coloquei minha roupa de casa, bermuda e blusa sem soutien. Mas não tinha como ignorar a situação, então, quando voltei para sala, fui até o computador conversar com ele. Vi o braço esquerdo balançando, as pernas abertas....claro, se masturbava tranquilamente...Fiquei um tempo olhando e tinha certeza do tesão que me consumia. Minha buceta respondia se contraindo, pedindo uma siririca. Sentia meu sexo quente e sabia que meu caldo já molhava a calcinha e meu rosto queimava, vermelho, entregando minha excitação. Cheguei de mansinho....: _...hummm...então vamos ver o que meu filhote esta olhando. Ele não tinha me ouvido chegar, então se assustou qdo falei, já quase ao lado dele... _Oi mãe, não tinha q vc estava aí... E ele ficou segurando o pênis com a mao, como que para esconder, segurando meio que para baixo. A cabeça não aparecia direito mas eu via a parte final com os pelos escuros. Era uma visão linda e ficava imaginado o resto do pau escondido na mão. _Conversando no chat do Terra...posso ler? – Fiquei encostada na cadeira, nas costas dele, que estava sem camisa. Dali eu tinha uma ótima visão do computador e da punheta dele e ainda ficava a vontade se quisesse fazer tb... _Pode sim. E que encontrei uma mulher que usa Nick de incestuosa. Aí resolvi conversar com ela. _Ela disse algo interessante... _Ah, me deu curiosidade para saber se isso o que a gente, não sei, esse nosso jeito e isso tb... _Não fico pensando nesses conceitos. Mas se vc for seguir o que dizem por aí...Vc ficou me olhando aquele dia não foi? _foi _E se masturbou...que partes do meu corpo vc olhava? _Olhava vc toda, pés, pernas, bunda... _Entao, sentiu tesão pela sua mãe, não sentiu? _Ai mãe... _Pode falar, que vergonha boba... _Senti. _Então é incesto...mas eu nunca liguei pra isso. Acho que a gente tem de ter carinho e respeito, só isso. Ele estava sentado de costas e eu ficava atrás dele enquanto conversávamos, então, podia olhar o penis a vontade e, enquanto conversávamos, vi que ele foi endurecendo de novo, estimulado pela liberdade e intimidade da nossa conversa e eu fazia carinhos com a mão no peito dele. Quando eu pegava no bico ele ria e meio que se esquivava...e no meio da conversa, ele fazia devagarinho um pouco de carinho na cabeça do penis, para manter o prazer da marturbacao. Em pe ali eu podia passar a mao na minha buceta que estava louca para ser tocada...mas resisti e continuei nossa conversa. _Sua amiga aqui do chat ta dizendo que chupa o penis do filho...se diz isso, já fazem sexo. Nisso ele voltou a fazer vai e vem, sem timidez. Via a cabeça bem molhada, roxa...e de pensar ficava quase maluca... Continuei ali e fui lendo, descendo a barra de rolagem do chat e meio que me surpreendi com as revelações dele. _Verdade o q vc diz aqui? _Sim... _Ah então safadinho, vc sempre tesão na sua mãe? Desde quando? _Ah, desde quanto comecei a me masturbar eu comecei a te olhar.... _Olha só, quer dizer que gosta de me olhar?? Então vc tinha sempre algum motivo né?! Eu sempre andei a vontade em casa. O que vc gosta de olhar? _Gosto de ver suas coxas, mas eu gosto mesmo quando vc está de bikini deitada tomando sol, com a bunda pra cima. _O que vc gosta de ver? _Sua bunda inteira com o bikini enfiado...eu sempre ficava com pau duro. _Mais o que? _Ai mãe, to me sentindo meio assim de falar tudo isso... _Nós não combinamos que esse segredo tinha acabado, então?! Conta, ta gostoso ouvir...to vendo até se vc ta o penis duro aí na mão.... Nesse comentário ele se acariciou um pouco, mais na cabeça do penis, fazendo um vai e vem curtinho, para manter o tesão... _Sim, ta mto gostoso. _Então fala mais o que. _ Sua buceta. Deitada de costas dava para ver certinho o formato dela emendando com sua bunda e sempre tinha uns pelos escapando e adoro buceta cabeluda....todo dia que eu via eu tocava punheta. _ Ah, então quer dizer que vc gosta de buceta cabeluda, da minha buceta cabeluda...bem que eu desconfiava que vc ficava olhando, tentando ver ne? _Tentava _E conseguia com facilidade ne?! Eu não escondia muito, bem deixava vc me ver....queria que vc tivesse interesse por mulheres, mas não imaginava que fosse tão forte. _Quase morria de tanto tocar punheta pra vc...ficava lembrando e imaginado... _Ainda bem que vc tem namorada e come ela...isso é bom porque vai aliviando e vc não fica tão concentrado... Ele riu... _É, mas não acho que podemos ir longe. Acho que estamos felizes e sentindo muito prazer para arriscar isso. Incesto é delicado, temos de ter muito cuidado....vc se masturbar e eu tb e uma coisa, mas sexo é complicado. _to muito feliz assim, nem imaginava que isso pudesse acontecer... _Mae, já se masturbou pra mim? _Nao – menti _Puxa...mas assim acho que não fica bom ne...pensei que vc...que vc também sentisse Na hora ficou mole, perdeu todo tesão e pensei bem e não achei que deveria mentir... _Eu estou mentindo...sim, eu já fiz pensando em vc... _Vc tá mentindo... _Não estou....naquela noite mesmo que vc chegou e se masturbou, eu fiquei daquele jeito de propósito e fiquei fingindo que dormia, mas eu vi tudo, desde o começo, vc me olhando, colocando o pau pra fora e gozando na mão, só me olhando... Ele voltou a se excitar _Conta....eu quero ouvir. _Foi logo depois que vc saiu. Se vc tivesse voltado, teria visto sua mãe com as pernas abertas, buceta molhada e olhos fechados e enfiando os dedos pra gozar rápido. _Pronto, satisfeito?...ja falei _Volta a bater sua punheta vai, ta gostoso te ver... _Gosta de ver meu pau? _Gosto Nessa hora ele se virou pra mim....deixou o penis bem a mostra, bem duro. Puxava a pele e deixava ele bem pra cima e fazia um pouco de vai e vem. Dava pra ver que estava cheio de tesao fazendo aquilo ali sentado, de frente pra mim, me deixando vê-lo num ato tão íntimo.... _Escreve pra sua amiga ai do chat q vc ta batendo punheta pra sua mãe ver... Na hora ele se virou para digitar e eu aproveitar para tocar um pouco na minha buceta. Estava muito sensível e meu caldo já umedecia a bermuda, deixando uma marca mais escura _Ela tá perguntando porque vc nao bate a punheta pra mim. _Diz que hoje vc esta fazendo uma homenagem pra mim... Depois que ele escreveu, se sentou novamente e ficou de frente pra mim, de penis duro, fazendo vai e vem bem rápido, olhando...era uma punheta mesmo, sem medo e sem pudor, pau duro a mostra e mão subindo e descendo rápido e molhando cada vez mais. _Fica em pe – mandei Cheguei perto e comecei a descer a cueca...queria vê-lo nu... _Pronto, melhor assim, agora pode fazer... _Eu não vou agüentar muito, ta muito gostoso assim...Mae, vc não tem vontade de fazer? _Claro que sim... _Então.... _Não, hoje e seu dia, vamos aos poucos. Claro que quando eu sair daqui, vou tocar uma siririca pensando em vc. Eu estou muito excitada, acredite... _tua buceta ta molhada? _Ta _Diz a frase toda... _Ta...minha buceta ta encharcada de tanto de tesao, ta doida querendo uma siririca...a buceta da sua mãe ta molhada de ver vc batendo punheta _Mae, acho que não vou segurar mais, vou deixar gozar, mas acho que vai cair no chão... _quer que eu saia pra vc gozar a vontade? Pode deixar cair no chão, depois eu limpo.... _Nao....fica....quero que vc fique aqui comigo, quero ficar te olhando _Pode gozar a vontade....escorrega na cadeira, fica meio deitado e vê se consegue deixar o pau apontado para seu peito... _Assim? _isso _Mas ai vou me gozar todo _Faz isso, eu quero ver.... _Diz mais uma vez que ta molhada...? _Acho que prefiro gozar sentado na ponta da cadeira... _Senta, pode gozar no chão...quero ver sua porra saindo... _vou te mostar uma coisa para vc gozar... Peguei uma outra cadeira e coloquei de frente pra ele, me sentei e abri as pernas para ele ver a mancha na minha bermuda... _Ve essa mancha? E meu caldinho de tesao de ver, de ver seu pau... _Nossa, que linda _Olha minha blusa, como os bicos dos meus peitos estão duros _To vendo _É tesao.... Comecei a puxar a bermuda, forçando contra a buceta para deixar a bermuda mais molhada, para forçar a mostrar o formato e os lábios apareciam bem inchados...isso me excitava tanto que fiquei com medo de gozar mas consegui segurar. Fiquei tentando pegar um pouco meu caldinho passando o dedo na minha buceta e consegui mas senti tanto tesao. Quando mostrei pra ele, ele já estava sentado na ponta da cadeira com as pernas abertas, fazendo vai e vem acelerado e num instante começou a gozar...não gemia, so respirava forte e foram vários jatos saindo, muita porra caindo pelo chão. Acho que mesmo na minha época em que morei no morro nunca tinha visto algo tão depravado, tão explícito. Vi o pau no auge da excitação mto duro e soltando jatos, num gozo muito intenso. Enquanto via aquela cena, continuava forçando a bermuda contra a buceta e quando ele estava terminando de gozar, já relaxando e o penis começando a amolecer , eu comecei...era algo incontrolável.... Para ele não ver, me levantei e sai correndo para o banheiro. Empurrei a porta com violência q bateu e abaixei a bermuda e a calcinha num puxão so e o gozo começou a vir. Em pe mesmo, abri a pernas e enfiei dois dedos na buceta, que estava escorrendo e veio um orgasmo tão forte, que a cada 3 enfiadas de dedo eu tirava e dava um esguicho como se fosse uma pequena mijada e tive de ir me abaixando até ficar ajoelhada e isso se repetiu por umas 4 vezes, foi gostoso também quando me ajoelhei pois me sentei no calcanhar e sentir ele tocando no meu cu foi gostoso e fez meu orgasmo muito intenso, me deixando ofegante. Quando fui me acalmando, reparei que minha bermuda estava toda molhada daquele misto de gozo com xixi....meus dedos molhados da siririca e minhas coxas meladas. Fui subindo devagar, encostada na parede e me olhei no espelho me achando a mais vagabunda, mas sentia um certo orgulho disso. Vesti a bermuda e a calcinha depois de mais alguns instantes e saí, toda molhada mesmo. Entrei meu menino esperando ao lado de fora, já de roupa. Me viu molhada e antes que dissesse algo ele logo falou... _Ouvi vc....vc gozou? _O q vc ouviu? _Vc gemeu...... _Gozei sim, não deu para resistir...muito, muito forte...minhas pernas estão moles ainda Sai, peguei balde e pano e fui limpar....primeiro meu gozo e depois o dele e fiquei pensando naquilo... Logo que terminei, olhei pra ele e nos abraçamos e antes que ele dissesse algo ou começasse outra punheta, mandei ele ir dar uma volta e so voltar depois de se acalmar...

Safadinha do Papai

Ola meu nome e Pedro tenho 25 anos casado a mais ou menos uns 4 anos conheci minha atual esposa Morgana onde trabalhavamos, assim que nos conhecemos ja rolou alguns olhares mais safados, depois de sairmos uma noite depois de fazermos um delicioso sexo começamos a ficar ate que um dia resolvemos morrar juntos. Ela é 3 anos mais velha do que eu morena 160 de altura 55 kg seios grandes e bumbum grande, e como sempre foi muito safada já tinha 2 filhos na epoca a Cris que tinha 7 anos e o Gustavo que tinha pouco mais de 1 ano, com o passar do tempo fui vivendo e convivendo com essa nova familia, nunca tive nenhum pessamento maldosso com a cris ate que ela foi crecendo e ganhado forma de mulher apesar da sua pouca idade apenas 10 anos ja tiha um corpinho bem formado, mais ou menos 150 de altura 52 kg, peitos medios e bumbum grande, e desde pequena ja mostrava ser safadinha. Uma certa tarde estavamos apenas nos dois em casa, então chamei ela para deitar comigo, que logo veio e deitou, então perguntei se tinha tomado banho e se ela estava se depilando, ela toda em graça disse que sim, eu curioso quiz ver e coloquei a mão dentro da calcinha dela, e começei a fazer uma massagem, ela apenas fechava os olhos e mordia a mão acho que estava tendo um prazer que ainda não conhecia, ensinei ela pegar no meu pa e bater uma para mim isso se repetiu por varios dia, ate que um dia não resisti, e troquei a mão pelo meu pinto que nessa altura estava duro feito uma pedra, passava o pinto na buctinha dela e via que ela estava adorando, perguntava varias vezes de quem era aquela bucetinha e ela respondia e do papai, mas não tinha coragem de penetra-la so fiquei na coçadinha assim que apelidei aquele carinho. Passando algumas semanas voltei a chama-la para deitar comigo, o que ela fazia sem nenhuma reclamação pois ela estava adorando, então como de costume fui esfiando minha mão dentro da sua calça, até que ela reclamou e me sugeria fazer a massagem com meu pinto que era mais gostoso, esse pedido me deixou mais louco e tarado por ela pedi que ela tirasse a calça e a calçinha e começei a fazer a coçadinha que ela tanto gostava, ela deve ter gozado uma duas vezes sentindo meu pau pa ponta da sua bucetinha ainda virgem, ainda no mesmo dia pediu para mim fazer um carinho agora no seu cuzinho, que atendi com carinho e toda atenção pois ela tem uma bundinha maravilhosa. Então toda a vez que eu a chama-va ela ja tirava a calça e vinha peladinha deitar com o papai dela, nossa brincadeira cada vez mais estava ficando melhor, chupava seus peitinhos, adora ouvir que ela falava que aquela bucetiha era do papai. Então um certo dia estava disposto a fazer da minha meninha uma mulher, verdadeiramente uma putinha, então em um dia de tarde quando estavamos apenas nois dois, chamei ela para deitar comigo ela veio e como de costume tirou sua calça e calcinha e deitou de ladindo... Agora como tirei o cabaçinho dela conto em outo conto Se alguma gatinha novinha tiver enteresse de tc comigo so add no msn casal_ppr@hotmail.com

Comi a safada da minha Tia

Olá meu nome é Ricardo tenho 24 anos 1,90 cm, 80 kg, corpo bem definido pois faço academia, moreno. Minha Tia Ivone, 40 anos, 1,62cm 60kg,morena corpo escultural, seios pequenos e redondos, bunda redondinha e durinha. Feito às apresentações vamos ao conto Essa historia eu tinha 19 anos e minha tia 35 Moro com minha tia e minha avó, pois não conheci minha mãe (falecida), e não me dou bem meu pai. Minha tia sempre foi muito gostosa e sempre me deu muito tezão, minha primeira punheta foi em homenagem dela. Morávamos numa casa com 3 quartos, eu tinha o meu, minha avó o dela e minha tia o dela, mas por condições financeira nos mudamos pra uma casa menor, com apenas dois quartos, aí passei a dormir com minha na mesma cama e no mesmo quarto. Minha tia sempre trocava de roupa na minha frente (ficava completamente nua), e eu sempre adorava. Outro dia tava calor pra caramba eu estava dormindo de cueca e ela de baby-dool sem calcinha e sem sutiã, aquele foi o dia que mais senti tesão por uma mulher na minha vida, tentei dormir, mas não consegui, fiquei olhando aqueles seios deliciosos e aquela buceta perfeita, torcendo pra que caísse no meu pau... Peguei no sono e quando acordei minha tia, tava com a mão no meu pau, eu fiquei sem graça, mas cheio de tesão e percebi que ela tava dormindo, porém não aguentei e meu pau começou a ficar duro, ela acordou e percebeu que pau tava duro, ela foi me chamou, eu fingi que dormia, ela falou baixinho, “que pau grande” (22 cm), ela começou a acariciar, parou e me chamou de novo, agora me balançando pra ver se eu acordava, (ela tava cheia de tesão, tinha um bom tempo sem tranzar ) eu não acordei, aí ela respirou fundo tirou meu pau da cueca e começou a fazer uma chupeta, eu não agüentei sentir aquela boca no meu pau, quando eu me dei conta agarrei ela pelo cabelo e falei, “continua titia, não para não” ela parou e ficou sem graça e eu também, pedir pra ela continuar, ela falou que não que ia dormir e que era pra eu esquecer aquilo, se virou e se acomodou, eu vi aquela bunda desenhadinha e deliciosa tomei coragem e alisei, ela não se mexeu aí continuei beijei o pescoço dela, ela começou a gemer eu passava a mão pela barriga e seios dela e elas adorando, toquei a buceta dela e ela deixou, enfiei o dedo, ela gemeu, foi quando eu caí de boca na buceta dela, ela gemendo e puxando meu cabelo, e mandado eu não parar, nossa era delicioso fazer aquilo com minha tia, foi aí que perguntei se ela tinha camisinha ela levantou, pegou e mandou deitar de pau pra cima, ela veio fez uma chupeta, lambeu até minha bolas, depois colocou a camisinha, e se sentou no meu pau, uma buceta muito quente, apertadinha e deliciosa, começamos a meter, em várias posições, queria comer o cú dela, tomei coragem e pedi, ela me perguntou, o que eu tava esperando pra começar a meter no cú dela, aí meti com muita força, metendo e masturbando ela, e gemendo baixo e muito ofegante, ela anunciou que ia gozar eu falei que ia depois dela, ela gozou gostoso demais e me apertando, depois coloquei ela deitada e gozei na boca dela, a safada se lambuzou toda com a minha porra, ela foi se lavar depois eu fui, voltamos a nos deitar e ela me pediu segredo em relação a nossa tranza eu falei que tudo bem, só que eu queria fazer aquilo mais vezes, Ela concordou, mais eu pedi pra ela fazer uma chupeta em mim antes de dormir, ela topou na hora, só que na hora de gozar ela tomou minha porra todinha sem deixar cair uma gota. Que tia perfeita eu tenho

2 - Descobrindo sensações

(vou repartir este conto em 4 partes para não ficar tão xatu!) E foi assim que começou… num dia simples como todos os outros, eu simplesmente decidi analisar o corpo de um homem. Estava eu na internet e tinha visto algumas fotos excitantes e nesse dia em especial sentia um fogo dentro de mim que era incontrolável. Fui até a sala para tentar tirar aquela sensação assistindo um bocado da programação banal da tv. Terrível teia do destino que me colocaria à frente justamente o meu pai... enquanto aquelas ideias ainda rondavam a minha cabecinha.
Ele estava chegando da sua corridinha diária, passou pela sala e me viu ali sentada. Veio, com uma garrafa de água gelada na mão, me deu um beijinho, sentou-se no sofá em frente e ficou olhando para a tv e tomando a sua água. Eu comecei a apreciá-lo. Meu pai está com seus 35 anos e eu no início da minha adolescência. Enquanto eu o olhava de canto de olho, ele divagava com uma respiração ainda ofegante assistindo a tv e para o meu terrível deleite, ele reclamou do calor e tirou a camisa. Meu pai tem um corpo normal, poucos pelos e uma pequena barriguinha (por isso que ele corre diariamente, sempre dizendo que é pra acabar com a barriga) mas tem uma boa definição e bons músculos por malhar muito. Senti voltar aquela sensação que há pouco me incomodava. Comecei a me lembrar novamente das fotos que tinha visto na net e me senti tmb com muito calor. Eu disse que iria tomar um banho e ele me perguntou se eu me importava se ele fosse primeiro porque estava todo suado. Eu disse que não e ele respondeu que não demorava. Foi em passos rápidos para o banheiro e entrou no duche, pouco mais que 10 minutos depois ele volta enrolado na toalha e passou para a cozinha dizendo que eu podia ir tomar o meu banho que ele iria preparar algo rápido pra comer e perguntou se eu queria. Eu disse que sim e que também não demorava. Fui para o banho e quando a água começou a tocar o meu corpo eu fiquei muito excitada. Comecei a me tocar e assim que gozei desliguei a água e ouvi o grito de papai dizendo que o “sanduba” estava pronto. Me enrolei na toalha tmb e fui para a cozinha. Quando cheguei, papai estava sentado, já comendo e olhando uma revista. Para o meu desespero, estava tão à vontade, que tinha as pernas abertas e pude constatar que estava mesmo só com a tolha porque o seu pau estava pendurado por baixo. Meus olhos quase saltaram. Já tinha visto muita sacanagem na net, mas o pau do meu pai estava ali à minha frente e, mesmo mole, parecia grande. Eu me senti desconfortada, apesar de ser meu pai, não tínhamos muito contato e a nossa pequena relação pai e filha que me permitiu ver o homem que estava ali. Mal eu nasci ele se separou da minha mãe e eu não o visito com muita regularidade. Eu estava desconcertada, me mexia muito na cadeira e meu pai acabou por notar. Quando levantou os olhos viu que eu estava de toalha e perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim e ele comentou que o calor continuava mesmo após o banho. Me deu a doida e eu me levantei e tirei a toalha dizendo que era melhor estar sem nada e fiquei peladinha. Meu pai ficou estático, tinha a boca cheia e nem conseguiu mastigar mais. Vi que ele olhava simultaneamente para os meus peitinhos e para a minha cara tentando disfarçar. Eu disse que estava me sentindo melhor e perguntei porque ele não fazia o mesmo. Ele então engoliu o que tinha na boca e disse que era melhor eu me tapar e com um voz firme disse que não estava tão à vontade daquela forma. Eu perguntei o porquê e ele simplesmente me pediu desculpas e se levantou da mesa partindo em direção ao quarto. Eu esperei um pouco e fui atrás dele. Vi que ele entrou no quarto e só empurrou a porta mas não a fechou. Cheguei em passos leves e já enrolada na toalha vi ele encostado na cómoda a balançar a cabeça em sinal de negação, eu abri a porta e ele se voltou para olhar e pude ver a toalha içada no ar. O pau dele estava duro. Meu chão desapareceu, eu até que fui na intenção de pedir desculpas por ter tido aquela atitude mas quando vi aquele mastro a levantar a toalha fiquei louca. Minha xaninha latejou de desejo. Meu pai todo desconcertado, tentou tapar e disse que era melhor eu sair dali que ele não estava em condições de ser visto. Eu cheguei perto dele e perguntei se estava daquele jeito por me ter visto sem roupa e a resposta dele foi imediata, disse quer era um homem, e que eu já tinha formas de mulher apesar de ainda ser uma criança. Eu fiquei doida, levei a mão na toalha dele e puxei. Ele ainda tapou e perguntou se eu tinha perdido o juízo. Eu disse que não mas que queria ser uma mulher e ninguém melhor que ele para me fazer isso. Ele tentou continuar a negação, mas quando eu tirei a minha toalha e ele pode ver meus peitinhos denovo ele fixou os olhos neles e tirou a mão da frente do pinto e eu pude ver que ele estava pulsando de tanto tesão. Eu levei uma perna em cima da cama e só então olhou para a minha xaninha. Levei a mão entre as pernas e mostrei o quanto estava molhada. Ele tinha uma feição de quem estava mesmo a lutar com todas as forças para dizer algo ou evitar que aquilo acontecesse. Era errado, disso nem eu tinha dúvidas, mas… aconteceu. Conforme enfiei os dedos na xaninha e mostrei como estava excitada, ele segurou meu pulso tão forte que até pensei que fosse levar um tabefe, mas ele puxou e foi levando lentamente até a boca. Depois de provar o meu sabor só soltou uma pequena frase, Eu tentei evitar… Me agarrou pela cintura e me deu um beijo apaixonado colando o seu corpo no meu. Que maravilha, sentir aquele pau enorme esfregando na minha barriga, aquela língua húmida invadindo a minha boca. Eu só consegui levar a mão e segurar o pau dele. Estava quente e duro. Pulsava como se o coração estivesse ali, ele então me fez uma coisa que eu nem consigo descrever a sensação, deu uma chupada no meu peito muito gulosa. Aquilo me levou às nuvens, depois ele me deitou na cama e foi beijando e chupando o meu corpo. Eu não agia nem falava nada. Continuava aproveitando. Eu consegui novamente segurar no pau dele e ele então me perguntou se eu tinha certeza do que estava fazendo e que não havia como imaginar as consequências se alguém descobrisse o que ali estava acontecendo. Eu só respondi que ninguém precisava saber e que eu queria sentir o pau dele dentro de mim. Ele me beijava o pescoço, me lambia as orelhas e eu desnorteada. Ele, foi se encaixando entre as minhas pernas e aí sim senti um calor gostoso. Eu já escorria de tão melada, ele pegou aquele pauzão e começou a esfregar entre os lábios da minha xaninha… ai que sensação gostosa. Agora podia sentir a pulsação daquele pau duro no meu buraquinho molhado e parece que ela piscava ritmada com o pau do meu pai. Daí quem começou a beijar e enfiar a língua na boca dele fui eu, ele apoiado nos cotovelos, eu me suspendia da cama me pendurando no pescoço dele e levando a minha xaninha de encontro aquele mastro duro e pulsante entre as minhas pernas, louca por sentir ele me invadir. Ele explodiu, começou a gozar e jogar porra quentinha em cima de mim. Eu olhei pra baixo e podia ver a porra saindo. Não queria acreditar que era possível tanta porra, esguichava forte e quente, batia na minha xaninha, na minha barriga e a cada puxada que ele dava com a mão esguixava mais e mais forte até que parou. Eu olhei pra ele e ele tinha aquele olhar sedento de satisfação plena, continuou a esfregar o pau na minha xaninha que ainda piscava de tesão e ele só disse que ainda não iria tirar a minha virgindade e que tinha que me preparar. Nem é preciso dizer que passei a visitar meu pai com maior frequência não é??? continua em: 'Descobrindo sensações'

3 - PAPAI também é um HOMEM

(continuação do conto 'Descobrindo sensações') "Parar pra pensar no que fazemos de errado, é o maior erro de todos porque, a consciência nos dita o que a sociedade nos cinge. Então deixemos para pensar em coisas que nos proporcionam prazer e que se dane a sociedade medíocre." Depois daquela segunda experiência, o mais engraçado foi que tomamos um banho, jantamos e fomos dormir, cada um no seu quarto, como pai e filha. Era bom pensar que aquilo não nos tinha afetado mas também era estranho estar no quarto ao lado e imaginar o que poderia estar acontecendo se estivesse na cama com papai.
Na manhã seguinte, quando me levantei, papai já tinha voltado da corrida e já tinha o café quase pronto. Cheguei e dei um beijinho nele, me sentei e comemos normalmente. À tarde, quando voltamos de um passeio, ele se sentou no sofá e começou a ver um filme… eu me sentei do lado dele e levei a mão por cima de sua coxa. Ele tinha uma bermuda branca e conforme comecei a alisar a perna dele, via sutilmente seu pau dando sinais de aprovação pela carícia… subi um pouco mais e comecei a desapertar o cordão da bermuda, puxei o fecho e levei a mão por dentro. Como era quente aquele pau… acariciei-o lentamente. Papai se ajeitou e ajudou baixando a bermuda, só que me pediu para tirar a roupa. Eu, mais que depressa, atendi, ficando só de calcinha. Ele se deitou no carpete e pediu para eu vir pra cima dele. Ele puxou o pau pra cima, colando-o à barriga e me mandou sentar. Minha bucetinha já estava molhadinha e conforme eu encostei, senti aquele pau dividindo minha xaninha, se encaixando na perfeição... ele começou um vai vém muito lentinho e aquilo era delicioso. O pau quente e duro do meu pai roçando em toda a extensão da minha rachinha, dividindo os lábios e tocando certinho naquele pontinho tão gostoso. Ele segurava a cabeça do pau colada sobre a barriga e eu comecei a rebolar instintivamente em todo o cumprimento daquele mastro mexendo o meu corpo pra trás e pra frente. Ofegante e tesuda. Papai me olhava com cara de apaixonado. Naquelas horas eu percebia que ele não via a filha mas sim a mulher que eu conseguia ser com ele. Cada vez mais eu acelerava o ritmo porque aquilo estava ficando muito bom. Ele calmamente falava como eu devia rebolar e mexer o meu corpo para sentir mais prazer e proporcionar também. Eu pedi para sentir o pau dele dentro de mim porque já não aguentava mais. Ele me pediu para elevar o corpo ficando assim mais distante do corpo dele. Agarrou o pau duro pelo meio e deixou-o apontado pra cima. Nem precisou falar nada. Eu fui descendo vagarosamente e encaixando aquela ponta brilhante no meu buraquinho. Era uma pressão tão gostosa mas que foi logo interrompida. Aquele safado sabe muito bem como fazer as coisas. Ele deixou a mão em volta do pau de forma que não me penetrasse e que a mão dele me bloqueasse qualquer tentativa de sentar de uma vez. Então me pediu para repetir os movimentos que fazia enquanto a minha bucetinha abraçava o pau dele. E eu comecei a subir e descer na ponta do pau dele, fazendo força para engolir aquele caralho gostoso que forçava o meu cabacinho. Sentia só a pontinha fazendo força na entrada e eu rebolava e pulava e dizia que tava muito gostoso, eu subindo e descendo doida pra sentir ele me rasgar toda e só imaginando o momento que isso pudesse acontecer até que não aguentei mais e gozei. Minhas pernas tremiam, sentia meu coração a mil. Abri meus olhos e vi papai deslumbrado a olhar pra mim. Grande cafajeste, pensei naquele momento. Como pai, era um homem atencioso, todo certinho e cheio dos cuidados com os valores e com o respeito, mas como homem era um grande vagabundo e mestre na arte de fazer amor. Deixava qualquer mulher maluca com aqueles truques que andava a praticar comigo. Eu já começava a recuperar o meu fôlego, quando ele me puxou e me deu um beijo, seu pau ainda estava encaixadinho na portinha minha bucentinha. Come estava com as pernas todas arreganhadas, ele começou a pincelar o pau na minha rachinha. Eu chupava a boca dele, lambia toda aquela boca gostosa e ele já monstrava outro ritmo de respiração. Ele disse que ia me dar uma nova sensação e eu fiquei doidinha só de pensar. Cada coisa nova que ele me ensinava era melhor e melhor e agora anunciava algo novo? Senti que ele afastou o pau e começou a se punhetar, pouco depois começou a gemer forte e encostou novamente a ponta do pau na porta da minha bucetinha, só que dessa vez senti forçar pra dentro e então começou aquela loucura. Eu sentia os jatos de porra espirrando dentro de mim. Uau, que sensação alucinante, era estranho e ao mesmo tempo delicioso. Meu pai gozava muito, jatos fortes que eu sentia entrar. Não sei se todo homem é assim mas meu pai tinha muita porra para soltar a cada ejaculação. Eu eu sentia a porra escorrendo e melando tudo e meu pai não parava de gemer e punhetar o pau, esguichando tudo pra dentro da minha bucetinha. Quando tirou eu sentia aquele líquido quentinho escorrer de volta pra cima do pau dele. Ele abriu os olhos com aquela cara de satisfação e simplesmente sorriu, como quem mostra a sua total satisfação sem dizer uma única palavra. (continua no conto 'agora sim... MULHER')

4 - Agora sim... MULHER!

(continuação do conto 'PAPAI também é um HOMEM') Apesar de tudo o que vivíamos e na maior intensidade possível, tudo ainda estava sob controle e o que eu mais queria, era que esse controle se acabasse… eu ainda era virgem e o que mais ansiava era sentir o pau do meu pai dentro de mim. No finzinho daquela tarde maravilhosa, fomos lanchar no Shopping e papai perguntou se eu queria jantar fora com ele. Respondi que sim e ele disse que queria me oferecer uma coisa especial. Ao passarmos diante de uma loja ele viu um manequim na vitrine com um vestido de malha, preto com um grande decote nas costas e pediu para que eu experimentasse. A senhora da loja ficou olhando um bocado desconfiada, porque eu ainda não tinha idade para vestir aquele tipo de roupa. Papai na maior naturalidade falou com a senhora que iríamos a um casamento e que eu estava a tentar me impor como uma pequena mulherzinha e cochichou com ela “terrível essa fase né?”. A senhora deu um sorrisinho e desfez as rugas da testa, afirmando ter uma filha da mesma idade. Sou alta e magra e o vestido assentou como uma luva. Deixava todos os meus contornos delineados. Fomos para casa e nos arranjamos para o tal jantar. Quando saí do quarto, papai me olhou e afirmou que adorava ter razão. Eu ficava linda naquele vestido... Saímos e rumamos para o restaurante. Um luxo! Papai trazia um terno de linho branco e uma camisa preta para combinar com meu vestido. Sorrimos bastante e papai pediu uma garrafa de um vinho e bebeu a garrafa toda. Voltamos para casa e de repente começou a chover bastante acompanhado de uma grande trovoada. Entramos em casa e papai buscou mais uma dose de whisky para finalizar a noite. Eu me sentei em frente a tv e ele se sentou numa cadeira ao longe. Eu estava a olhar para a tela mas não conseguia me concentrar. Estava ansiosa pelo que poderia acontecer naquela noite. Eu queria fazer sexo. Papai me pediu para que me levantasse que ele queria me apreciar com o vestido. Eu levantei e comecei a desfilar. Eu comecei a andar pela sala e pela copa, vez ou outra passando perto dele. Levava a mão sobre o meu corpo e deslisava, pra cima e para baixo. Parei pertinho dele e mostrei como o meu peitinho ficava bem delineado no tecido do vestido, ele veio e deu uma mordidinha. Notei que ele segurava o copo com uma das mãos e com a outra alisava o pau por cima da calça. Só de imaginar aquele pau duro fiquei molhada. Ele se levantou, me agarrou e me deu um beijo. Se afastou e me olhou de forma gulosa. Me pegou no colo e rumamos ao quarto. Ele me deitou na cama e começou a tirar meu vestido com a boca e só a respiração dele já me deixava doida... ele estava muito ofegante... eu tinha uma calcinha minúscula e ele disse que estava curioso para ver, porque tinha me olhado várias vezes enquanto estávamos no restaurante e chegou a pensar que eu estivesse sem. Com a minha ajuda tirou o vestido e começou a me chupar… peitos, boca, xaninha… eu gozava gostoso. Pedi a ele para se deitar. Tirei também sua roupa e ele tinha aquele pauzão empinado, apontando para o teto. Segurei e comecei a punhetá-lo, alternadamente dava um beijinho na cabeça ou passava a língua em volta da cabeça que era onde ele mais se contorcia. O pau dele já soltava um liquidozinho incolor, eu passei o dedo naquilo e fui espalhando pela cabeça do pau. Com dois dedinhos ia cruzando e pressionando a cabeça. Ele então se levantou e me deitou. A chuva ainda caía forte lá fora. Ele me beijou e quase que senti que era um aviso. Abriu as minhas pernas e como sempre fazia, ficou pincelando o pau na minha rachinha. Eu me abria toda, foi então que ele parou e ergueu o corpo ficando de joelhos. Eu abri meus olhos e pude ver a ponta daquele pau na portinha do meu buraquinho. Eu perguntei se ele ia gozar e ele me perguntou se era isso que eu queria. Então eu disse que o que eu queria ele já sabia mas, eu já tinha aprendido a esperar a hora certa. Ele então disse o que eu mais ansiava ouvir. Então a hora é agora porque eu já não aguento mais! Ele pegou uma almofada e colocou por baixo da minha bunda e levantou as minhas pernas. Colocou a ponta do pau na entrada e forçou. Aquilo me deu um misto de curiosidade, medo, prazer... um misto de sensações. Ele voltou a forçar e eu olhei para ver o que estava acontecendo e tremi toda quando não consegui enxergar a cabeça do pau. Estava lá, atolado no meu buraquinho. Papai se mostrava preocupado mas decidido a continuar, sempre me perguntando se eu estava bem e eu só acenava que sim com a cabeça. Ele se deitou sobre mim retirando a almofada, me beijou e disse que havia chegado a hora de me tornar uma mulherzinha! Senti a fisgada por dentro, ele estava forçando o pau e eu sentia cada centímetro me penetrar, comecei a fazer caras e bocas e ele me beijou para abafar qualquer reclamação que pudesse soltar. Senti que deu uma puxada atrás e voltou a forçar, ele fazia isso com cuidado mas eu sentia que ia mais e mais fundo a cada movimento. Até que senti o peso do seu corpo. Eu não conseguia evitar a minha sensação de dor e ele só falou que era pra ter calma e relaxar porque agora é que iria ficar bom. Ele começou um vaivém vagaroso e ritmado e, como bom professor e bom pai, não é que ele tinha razão? A dor foi cedendo lugar ao prazer e eu já delirava com aquele pau entrando e saindo da minha xaninha. Era uma sensação de ardor mas tava muito gostoso. Papai estava descontrolado, mexia pra dentro e pra trás e dizia constantemente que me amava. Como era bom sentir aquele pau batendo no fundo. Papai ficou de joelhos novamente e pude então ver o pau todinho dentro de mim... entrando e saindo da minha rachinha! Que gostoso… Ele deu uma boas bombadas e anunciou o gozo. Veio de encontro a mim e me beijou enquanto urrava. Nossos gritos e urros eram abafados pela chuva que não conseguiria lavar da memória esta nossa transa. Já sou uma mulher e consegui isso com a ajuda do meu próprio pai. Dizem que pai é aquele que cria e eu prefiro acreditar nisso deixando este posto para o meu avô que é com quem vivo. O meu pai biológico se mostrou um homem e me fez descobrir o quanto é bom ser mulher. jujubinha1998@gmail.com